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quinta-feira, 23 de julho de 2009

Boliche - Equipe Hobbits





Ontem foi dia de Boliche com o pessoal da R&B.



Coincidência ou não, na pista em que eu estava predominava os “petitinhos”. Eu, Thiago Gussoni, Hewerton e Welington e os “maiorzinhos” Fernando e Thaize para fechar as pontas da equipe, que, aliás, nomeei de Equipe Hobbits.



Início da rodada e não demonstrei boa forma. Primeiro, o desconforto de não poder jogar com minha própria sapatilha. Tentei a meia e obtive movimentos desgovernados. Depois sem meias e me senti como uma lagartixa presa a superfícies sólidas. Apelei pelos sapatinhos abrigadores de culturas micóticas com organelas variadas que ainda por cima me era um número maior do que eu uso. Quase danifico o placar com sua tentativa de fuga do meu pé direito (aliás, provavelmente foi a vida própria da sapatilha provinda da cultura micótica e não pela folga do sapato em meus pés). Até aí fui jogando mal... Consegui então um número menor e mais aderência à pista.



Depois de nos acostumarmos com os calçados, interagirmos com as torres de chope e ingerir uma alimentação a base de fritura, a diversão surgiu como doze raios fumegantes do Astro Rei! Tenho certeza que os jogadores da nossa pista foram os mais gargalhantes! Abaixo, um breve parecer de cada jogador?

Mr. Frodo (Thiago Gussoni) = Senhor do conhecimento tecnológico! Lançava vírus para a máquina e dominava a reposição dos pinos, fazendo com que derrubando ou não, fossem computados strikes e spares sem compromisso a seu favor.



Dreele (Kelinha) = Logo após as jogadas engrupidoras do Mr. Frodo, eu cantei “O bem vence o mal, espanta o temporal”... Passei o Norton e consegui strikes e spares honestamente.



Gimli (Welington) = Com suas jogadas ásperas e técnicas brutas, ele atingia os pinos sem cerimônia ou respeito. Não se apegava ao estilo tradicional de lançamento da bola e a jogava da manheira que bem entendia. Saiu-se bem.



Ioda (Ewerton) = Nosso querido Idoda! Mestre da criação e da pista. Não era muito sábio ao perder seu copo a cada vez que o deixava na mesa. Preferiu jogar sem sapatos e ingerir muitos alimentos (salgados são mais difíceis de se perder, afinal, é só transportá-los do prato até a boca). Começou bem e depois rolou uma descontração unida a desconcentração.



Legolas (Fernando) = Jovem distinto e correto, sempre perdia seus gardanapos defensores das organelas de corações peludos, que tentavam atacar o prato de salgadinhos. Comedido nos lançamentos e não tanto nas comemorações, se destacou pelo companheirismo e pela fuga no meio do segundo jogo, na qual não sabemos se foi abdução (aliás, tava rolando a Istoé sobre a operação Prato via Marcel, ãhãh?!).



Èowyn (Thaize) = Alta e esguia encarnou a personagem que eu não sei o nome direito. Aliás, me sinto insegura até o momento por não saber seu nome oficial. Para não errar, eu uso a técnica Uarizambs e falo pelas metades (Táieam). Jogou honestamente e recatada por ser nova na agência, só manifestou o desejo pela competição na segunda rodada.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Vexame

Assistindo a chamada do Brazil's Next Top Model da Sony, me deparei com um rosto conhecido.
Carlos Pazzeto, diretor de cena e instrutor do programa cantava com Marisa Orth na banda Vexame. Adorava ver o desempenho dos dois interpretando a música "Siga Seu Rumo".

domingo, 7 de junho de 2009

O Fabuloso Gerador de Lero Lero


Fantástico! É o gerador de Lero Lero. Se você precisa escrever algum texto e "encher linguiça" para que ele pareça ter alguma consistência, basta entrar no site e informar o número de frases que deseja para engrupir seu leitor. Clique aqui.

Percebemos, cada vez mais, que o comprometimento entre as equipes estimula a padronização das novas proposições. No entanto, não podemos esquecer que o desafiador cenário globalizado prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes da gestão inovadora da qual fazemos parte. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a mobilidade dos capitais internacionais causa impacto indireto na reavaliação de todos os recursos funcionais envolvidos. Caros amigos, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos cumpre um papel essencial na formulação dos níveis de motivação departamental. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como a contínua expansão de nossa atividade apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. Não obstante, a expansão dos mercados mundiais talvez venha a ressaltar a relatividade do investimento em reciclagem técnica. Assim mesmo, a competitividade nas transações comerciais representa uma abertura para a melhoria dos paradigmas corporativos. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como o acompanhamento das preferências de consumo não pode mais se dissociar dos métodos utilizados na avaliação de resultados.

*Dica do meu amigo Bin.

domingo, 17 de maio de 2009

Os Últimos Episódios de LOST

BUCÉFALO! Toda temporada é isso. Depois de assistir o último capítulo, fico órfã. É horrível ficar sem LOST. E não adianta eu interagir com os episódios antigos. Estou rezando para que a 6ª Temporada chegue logo.

Lembro-me do seu primeiro episódio. Passou na Sony para ajudar na sua divulgação. Eu me recusei a assistir porque ela seria exibida na AXN e eu não assinava na época. Fiz bem. Um amigo meu assistiu e depois ficou desesperado sem conseguir segui-la. É... É como droga. Se experimenta, vicia.

Muitos me falaram sobre LOST. Todos me avisaram que é o tipo de série que tem a minha cara. Que meu destino era assisti-la. Resultado, mesmo eu fugindo dela, acabei ganhando a primeira temporada de aniversário do Damião. Adorei e lógico, viciei. Sábado, acabei de assistir os dois últimos episódios da 5ª temporada e estou aqui, sofrendo de ansiosidade.

Ah, quero agradecer por todo empenho e agilidade da Equipe Psicopatas e do Lost Brasil. Orgulho! Vocês me ajudaram a chegar na ilha! Amo-tes! Aqui, entrevista com um integrante do Psicopatas realizada pelo blog Tudo Que For High Pop.

E enquanto aguardo janeiro de 2010, a saída é jogar o corpo em São Paulo para assistir a peça: “Eu tenho a última temporada“ que conta sobre Ronaldo Geraldo, um cara que frequenta uma terapia de grupo para viciados em seriados. Após uma overdose de temporadas, ele passa por uma cirurgia mal sucedida executada por Dr. House, descobre que terá apenas 6 meses de vida e não poderá assistir ao final da última temporada de sua série favorita, Lost. Ele vende a sua alma e interage com personagens de heroes, 24 horas, friends, entre outros, atrás de seu objetivo. Segue um trechinho abaixo:

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Jogo da Gripe Suína

Olha que bacãããna esse joguinho!
Você é o médico e tem a obrigação de vacinar os Porquinhos Enfermos Voadores.




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