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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Rui Veloso

Anos atrás, uma amiga que morava em Cascais veio ao Brasil e me aplicou uma fita K-7 com os sucessos de Portugal. As músicas que mais estimei eram Não Há Estrelas no Céu e Anel de Rubi do Rui Veloso (O Pai do Rock Português).

Até hoje tenho o hábito de ouvir ensandecidamente minhas músicas preferidas no repeat, mas na época, era necessário gravar as músicas em locais estratégicos na fita para que o auto-reverse atingisse as músicas corretamente.

Através deste hábito, o Xapéu acabou aprendendo as letras das músicas e desde então, fazemos apresentações para os amigos em festas com teores alcóolicos elevados. E mais, é um pouporri!!!! Aliás, tinha também um momento em que rolava uma pseudo coreografica de meio braço só. Era para agregar! O Xapéu sempre aguardava o momento em que eu atuava e dava pála de rir, desgovernando um pouco o número. Mas plim! A apresentação era um sucesso!

Segue então, para quem não conhece, Rui Veloso!



quinta-feira, 18 de junho de 2009

Vaquinha Moderna

A expressão “Fazer uma Vaquinha” significa arrecadar dinheiro com um grupo de pessoas para um determinado fim, seja para comprar o presente de aniversário do colega do trabalho, pagar a festa de formatura, conseguir realizar uma viagem, comprar cerveja em repúblicas, entre outros.

Sua origem é a ausência de salário dos jogadores de futebol da década de 20. No final de cada jogo a torcida arrecadava dinheiro e bonificava os jogadores de acordo com o desempenho de cada. Os valores pagos eram associados aos números do jogo do bicho e pelo fato da vaca carregar o maior deles (25), nasceu o termo “vaca”.
Hoje, me lembrei do achocolatado Brown Cow e ao procurar notícias sobre o produto, descobri o modo virtual de angariar fundos: http://vakinha.uol.com.br/

Bom, acabou que perdi o foco da busca. Caso alguém saiba se ainda existe o produto, me avisem. Saudade momentânea..

sexta-feira, 6 de março de 2009

O Gato Branco


Há um tempo atrás, acontecimentos estranhos rodeavam o meu lar. Ataques e aparições sinistras abordavam nosso bairro, instaurando o pânico entre os moradores. Era O Gato Branco.

Moro a duas quadras da agência em que trabalho e claro, me desloco via expresso tênis para o mesmo. Sou obrigada a acordar quase às oito da manhã, a almoçar em casa e dormir (com pijaminha em seguida), retornar ao trampo sem pressa e no final do dia, ter o céu rosado como companhia no retorno para minha moradia. Estou dando ênfase nestes detalhes para semear a discórdia com você que está lendo e que provavelmente não mora tão perto do trabalho quanto eu. Momento coração peludo do post.

Voltando, um dia cheguei em casa e minha mãe estava preocupadíssima comigo, me esperando no portão. _Você viu O Gato Branco????
_Que gato branco, mãe?! _Ah, tem um gato branco enorme por aqui atacando pessoas, mexendo nos lixos, invadindo as casas.... _QUE??? Que isso mãe?! Atacando pessoas?? _É.... Ele pula nas pessoas e as arranha inteirinhas....

Bom, não segurei e ri horrores!!! Minha mãe achou ruim... Que eu ia ver o que era bom na hora em que eu o encontrasse ao voltar do trabalho. Me pediu para perguntar sobre ele para minha tia. Minha tia veio com o mesmo papo sobre o perigoso Gato Branco. Ri horrores novamente. Perguntei se as duas já o tinham visto, quem lhes contara o fato (se alguém que existe ou se era a irmã da cunhada da vizinha), se elas tinham alguma prova palpável para estarem acreditando piamente no caso. Eu estava adorando aquela lenda urbana que elas arrumaram. Todos os dias eu semeava com elas e perguntava se o monstro felino gigante havia aparecido para tomar um café e sujar a casa com lixo. HAHAHAHAHAHA IMpressionante!

Uma tarde, ao chegar, minha mãe me abordou apavorada, contando que a vizinha tinha ficado cara a cara com o Gato Branco na cozinha e que ele pulou nela, arranhou e fugiu, mas que não deu tempo dele fazer nada na casa. Que agora eu tinha que acreditar. HAHAHAHAHAHA Como que não ri imaginando a cena?! Praticamente o ataque do "Killer Bunny" do Monty Python. Perguntei se o gato deixou marcas na senhora, se minha mãe tinha pelo menos visto ele saindo da casa da mulher, mas as respostas foram negativas... Enfim, depois deste último ataque, nunca mais se teve notícias do Gato Branco. Mas ele mora aqui óh! No meu coraçãozinho e sempre me faz rir quando lembro de suas peripécias. Achei dois vídeos sobre ataques felinos. Não são brancos, mas...



quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Elza, a leoa e o Muro Amarelo Erro

Vários leitores do Espaço Pônei sempre falam comigo sobre o caso do Pinto que me salvou. Me lembrei de outro episódio perigoso.
Depois do fato do carro invadir o meu lar e quase me matar, fiquei proibida de trafegar pelo corredor lateral, ainda mais sem a proteção do Pinto Angelical.

Minhas tardes de férias ficavam limitadas a sala de televisão, quando eu não estava na rua com meus amiguinhos. Assistia Daniel Azulay, tentava desenhar e montar bonecos com caixinha de ovo e copinho plástico que nunca tinha em casa. Amava ele! Eu tinha mania de aplicar um golpe também. Tinha momentos do programa onde apareciam na tela da TV, quatro quadros e tínhamos que escolher um que achássemos que iria aparecer uma florzinha. Sempre que meus amigos assistiam comigo, atacávamos a tela com nossas digitais ensebadas, mas eu esperava todos escolherem seus quadrados e posicionava meu indicador no centro da tela, de forma que ao mostrarem a florzinha, era só eu deslocar milímetros para um dos lados e pronto! Acertava! Tem momentos na infância da gente que é necessário sermos torpes!

Quando eu estava solitária em casa e já havia interagido com o Azulay pela manhã, eu assistia Sessão da Tarde. Sempre que passava "Elza, A Leoa" (filme sobre uma família americana que morava na África que tinha essa leoa como amiga), eu assistia.
Uma vez, eu estava sentadinha no chão assistindo o filme e ocorreu uma cena onde a Elza rugiu muito. Neste mesmo instante, o chão começou a tremer. Levei susto! Ficou muito tempo tremendo. Fiquei atônita! Por um instante pensei que estava assistindo a propaganda do Kri (atual Crunsh).

Ledo engano... Na verdade era mais um carro que invadia meu lar. Tinha acabado de instalar os trilhos protetores do muro, mas o veículo invadiu em um local desprovido da peça. Bom, aprendi uma lição: Não importa se estou quietinha em casa ou voando de asa delta. O que importa é a bolha protetora ativa para nos defender do sinistro.

* Para vocês entenderem - O VT do Kri era assim, se me lembro bem: Um menino passeando no zoológico. Ele parava na frente da jaula do leão e este, rugia para ele. O Menino abria um Kri e dava uma mordida, gerando um tremor e apavorando todos os animais do zoológico. Assim, ele se impôs para o leão. O slogan: O chocolate do barulho. Bom, era algo assim... Tão antigo que nem achei no Youtube... Plim.


* Ah, essa é a foto do muro do meu lar. Sempre foi branco, mas agora minha mãe e minha tia resolveram aplicar uma corzinha nele... Pra dar uma quebrada... No tom, apenas.... Haviam me dito que seria um amarelinho, mas quando vi, levei susto!! Todos os meus amigos também levaram susto ao verem! Cor escolhida: AMARELO ERRO! Não tiveram coragem de assumirem que erraram na hora da mistura. Foi erro, certeza... Vi em seus semblantes um desvio ocular ao tentarem gepettar. Já acostumei...

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Onde estão as Chuchuflas?


Tempos atrás, Eu, Kim, Damião e o Kasper (dinamarquês), jogamos nossos corpos em Trancoso. Me deu saudade do Kasper agora... Me chamava de "anaconda savage pony", este moço branco, muitíssimo educado e que minha mãe sempre me perguntava se ele havia se lembrado de passar protetor solar. Enfim, ele foi um dos motivos da nossa viagem. Mostrar o Brasil ao nosso visitante importado.
Na praia, escolhemos uma barraquinha bacana para estacionarmos. Ficamos ali, nos dourando com o Astro Rei e nos refrescando com a água esverdeada do mar. Tomamos várias cefessinhas e lógico, interagimos com os diversos ambulantes que nos abordaram. Percebi que estavam bem distribuídos entre caiçaras e imigrantes de São Paulo e cidades mineiras. O prêmio de melhor abordagem e produto foi para uma mulher bem simpática que chegou com o seguinte discurso:
_ Boa tarde, gostaria de apresentar para vocês uma nova proposta. São as Chuchuflas! A Chuchufla é uma receita da minha família e consiste em um salgado feito de uma massa semelhante ao calzone e com recheios diferenciados. Temos três sabores: Carne com páprica, ricota e frango ao funghi. É um salgado bem leve e ideal para praia, além de delicioso. Desejam experimentar as Chuchuflas?
Antes dela terminar a apresentação, já estava com meu dinheiro na mão desejando uma Chuchufla de carne com páprica! HAHAHAHAHA! Muito simpática a mulher e com uma apresentação fantástica ali na praia. Nunca havia interagido com uma vendedora ambulante tão instruída assim. Perguntei de onde ela veio e ela me falou que havia vindo de São Paulo para passar férias e resolveu ficar. Pegou esta receita de família e começou a vender na praia. Como as Chuchuflas foram bem aceitas, ela foi ficando e já estava lá há dois anos, trabalhando em um lugar lindo e sem estresse.
Todos nós compramos o alimento. A simpática vendedora nos avisou que passaria lá mais tarde, logo que saísse a próxima fornada do produto. Nunca mais a vimos. Ano passado o Damião foi pra lá e não a viu. Eu fui no final do ano e também procurei pela iguaria, mas sem sucesso. A todos que vão para Trancoso, recomendo a compra das Chuchuflas e anseio por notícias de seu sucesso. Zero de informações até o momento Onde estão as Chuchuflas?

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Oi oi oi Qual o Seu Nome?!

Adoramos publicidade!
A idéia de representar este VT começou com o Xapéu e a Marielle Pinfildi. Na primeira vez eu fiz as pessoas no meio do caminho (Sivuca, não lembrava as falas). Com o tempo houve aprimoração e representávamos até quando um ligava para o outro (um alô bem cumprido hahahahaha). Em pouco tempo, onde quer que jogássemos nossos corpos, havia solicitações para a representação. Segue o vídeo:

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Atarxerxes





Meu querido Atarxerxes! Foi um presente que o Damião trouxe para mim do Espírito Santo. Veio em uma caixa térmica lacrada com água e muito gelo para manter a temperatura corpórea baixa em virtude do vôo com escala em Brasília. Ao chegar, muito cuido para aquecer a água até a temperatura ambiente. Foi necessário esforços para que não ocorresse abruptamente. Mas deu tudo certo! Lindo e rubro! Seu novo lar era á área de serviço próximo ao tanque, dentro de uma piscininha de plástico de 500 litros, devidamente cheia de água salgada com PH controlado.

Neste primeiro momento causou curiosidade em muitos. Alguns chegaram a vir aqui em casa vê-lo pessoalmente. Não estavam crendo em uma existência tão distinta. Mas logo se acostumaram com ele e fizeram amizade.

Os primeiros amigos, além dos meus, foram as corujas. Elas sempre o convidavam para churrasquinhos e baladas pela noite de Uberlândia. Senti sua agenda cheia, mas ele sempre dava um jeito de me acompanhar. Alah, ia grilar caso contrário.

Depois de algum tempo e com seu networking em andamento, foi convidado para substituir um instrutor de mergulho em Angra. Acabou voltando nas altas temporadas, cobrindo o cara em Paraty e em Fernando de Noronha em alguns casos. Atualmente, é um profissional bastante requisitado. Com essa vida marítima em ascensão, Atarxerxes quase não vem a Uberlândia.

Nossa última viagem foi ao Rio de Janeiro. Ele estava de folga por lá no carnaval. Fomos à Cidade do Samba conhecer o galpão da Mocidade Independente de Padre Miguel. Um show! Ficamos amigos do pessoal da comunidade. Enquanto aguardávamos um coreógrafo chegar, conhecemos uma costureira super simpática, a Ritinha. Dali, fomos curtir a noite na Lapa, no Circo Voador. Ele levou a Ritinha e logo se apaixonaram. Eles formavam um lindo casal, mas ela vive no mundo do samba e ele é um cara mais natureza, mais “Jack Johnson” e a união acabou não durando mais que três anos e onze meses. Mas enfim, ambos conversam pelo MSN todos os dias e de boa. "Pseudo amigos". Sim, Atarxerxes nunca me viu com zero de roupa ãhãh?!

Atarxerxes, sei que você acompanha o blog e que vai ficar inibido com elogios em meríades, mas saiba que nosso amor por ti é verdadeiro, puro e fraterno. Espero te encontrar no carnaval deste ano no Rio! Amo-te!



Os Cavaleiros que falam Ni

Até hoje tenho mania de falar "ni". Infância total isso. Alah me permitiu acesso ao melhor do humor britânico! Grata!

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Felipe, Nosso Amigo Imaginário


Estávamos eu e Pio indo de Gol para uma feira de brindes em São Paulo. Como sou descendente de Dédalo, sempre escolho janela, já o Pio, que não é muito amigo das nuvens, escolhe corredor. O vôo não estava lotado e viajávamos com uma cadeira vaga entre a gente. Ao perceber que o Pio estava incomodado com a viagem, resolvi dar uma quebrada. Comecei a dar bronca no "Felipe" por causa do cinto que não estava atado. Felipe nasceu ali, sentadinho na cadeira que nos separava. O Pio, lógico, já ficou amigo dele. Adoro pessoas que seguem minhas idéias sem questioná-las! O Pio é ótimo nisso! Chegamos a São Paulo e meu amigo André Galassi estava nos aguardando. Como a feira começaria na parte da tarde, daria tempo de visitar o Museu da Língua Portuguesa. Apresentei o Pio e o Felipe para o André (que também tem a manha de seguir meus passos mentais) e partimos em busca de aventuras.

Felipe é um cara de 27 anos. Tem 1,76 de altura, cabelinho castanho claro, gostosinho e muito peralta. É super brincalhão, sendo que muitas vezes, age como criança (aí é chato). Ele é impaciente e namora com uma Personal Trainer, a loira da Georgia. Aliás, sinto ciúmes!

Pegamos um metrô. Felipe estava impossível. Eu, Pio e André demos várias broncas nele! Claro, o pessoal que estava no metrô ficava nos fitando com desconfiança e um leve sorriso na boca. Quem nos via, não entendia nada. Conversávamos como se estivéssemos em 4 pessoas. Só que os espectadores, viam apenas 3. A mesma coisa acontecia ao sentar, ao caminhar... Ele realmente estava conosco. Não tinha como ser diferente.

Seguimos para o Museu. Felipe ficou para trás na hora de comprar seu ingresso. Falou que ia ao banheiro e que nos encontraria lá dentro. Acho que rolou um golpezinho na hora de entrar e ele não queria que a gente o atrapalhasse. Enfim.... O passeio foi ótimo!!! Rimos horrores lá dentro. Felipe fingia ser de "Diadorim" o tempo todo...

Saímos de lá e fomos almoçar. Mesma coisa. Mesa para 4 pessoas! Felipe não pediu refrigerante e ficou pegando um pouquinho de cada um de nós. André achou ruim! Realmente o Felipe ele é folgado.

Hora de trabalhar. André nos deixou em um ponto de táxi e foi para uma reunião ali na Paulista. Felipe preferiu ir conosco para a feira. Depois disso, voltamos para Uberlândia e Felipe permaneceu em São Paulo. Algumas semanas depois, o André me ligou. Contou que o Felipe e a Georgia estavam esperando um bebê. Feliz! Eu e o Pio organizamos um chá de fraldas para o (a) descendente de Felipe. Foi ótimo! Bebemos horrores e nos lembramos de vários casos. Fiquei amiga da Georgia e aliás, sou madrinha de casamento junto com o André. O Pio, foi convidado para ser padrinho da criança. Faz tempo que não nos encontramos... Uma pena... Amo-te Felipe!
*OBS: Felipe não está nas fotos porque a Georgia não sabia que ele estava com a gente.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

A Lampréia


Gente, não me lembro como criei... Mais uma personagem que interpreto (na verdade, minha mão direita). A Lampréia!

É um peixe que tem ventosa e que é ensandecida. Eu contava que a lampréia habitava águas gélidas do mar nórtico e que ela grudava no salmão e sugava seu sangue até ele ficar apático para depois comê-lo vivo. Acho que era semeada minha, só para acentuar o pânico.

Nossa estrela surgia em eventos festivos ou em momentos idiotas no meio da tarde. Atacava qualquer pessoa, sem compromisso... Uma vez atacou um taxista. Relatarei o fato da maneira que for lembrando... Estávamos na casa dos pais do Giovan (amigo e colega de faculdade) em Coromandel MG. Fomos interagir com a exposição de lá. Lógico, bebemos "o mundo". Na época (1996 eu acho), tinha lançado uma cerveja que tinha o teor alcoólico mais elevado. Skol Ice! Interagimos horrores com este modelo! O Grau chegou e fomos para a exposição. Lá, dançamos horrores e bebemos mais ainda. Lembro de mim e da Fran dançando em cima da mesa. Aliás, o bar todo dançava em cima das mesas... Teve um momento que surgiu um IBM e começou a querer interagir conosco. Era um cara mais velho, tinha um bigode de mexicano e era muiiiito feio. Engrupimos o cara, que também estava bêbado (mais que a gente, acredite). Comecei a chamá-lo de "Araguaia" (e percebi agora que o termo, é o antecessor do IBM). Não me lembrava disso... Coisa antiga! O porque do "Araguaia", porque na época passava uma novela (O Rei do Gado), que apareciam os ribeirinhos do Rio Araguaia e eles não eram amigos da beleza. Bom, amanhecemos e fomos para o lar do Giovan. De táxi! Ao entrar no carro, fiquei atrás do motorista e eis que surge a Lampréia no ombro do cara! Ela estava louca! Deu 3 beijinhos nele, gritou no seu ouvido e deu cutucadas no pescoço do ser para informá-lo que era para tocar o carro. Lógico, pessoal ficou chocado e se derretiam de tanto rir.

Eu comecei a achar que não tinha controle sobre ela. Realmente, não pensava para atuar, simplesmente ela surgia e dava seu show. Depois disso, ela continuou muito presente em nossas vidas. Me acompanhava a todos os locais que ia. Até na faculdade. A lampréia se empolgou e queria ser publicitária também. Uma vez, fui com o Xapéu para São Paulo conhecer a Young & Rubican e a DPZ. Ela foi conosco. Se divertiu e nos divertiu horrores. A lampréia é ótima para fazer amizades. Fizemos várias nesta viagem e até hoje, quando encontro algum colega de viagem, o cumprimento é a representação da lampréia e não um "tchauzinho", como seria o normal.
**OBS: A Lampréia é bizarra mesmo! Não se assustem com a foto.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Graças ao Pinto


Quando era criança, um dos meus passeios preferidos era ir ao supermercado com minha mãe. Tinha a preferência pelo Supermercado Alô Brasil, onde podíamos adquirir churros e pipoca na saída, além poder levar um pintinho para casa. Sim, ficava uma moça na porta com uma caixa cheia de pintinhos piantes. Era a granja que desejava executá-los, mas preferia dar esta chance aos animais. Em um desses passeios consumistas, minha mãe deixou eu levar um para casa. Feliz! Acho importante uma criança interagir com animaizinhos ternura.

Cheguei em casa e alimentei a avezinha amarela. Com o tempo ela foi desbotando e crescendo. Seu tom era amarelo pastel em um dia que ele estava arisco e não queria interagir com meu ser. Moro em uma casa de esquina e tem um corredor que faz divisão da minha casa com o muro da rua. O "médio" fujão, saiu correndo e entrou neste corredor. Parecia um avestruz pela velocidade que ele alcançava ao correr de mim. Não foi diferente neste dia. Eu, Arian Power que sou, estava determinada a capturá-lo. Ao chegar no fim do corredor, ele voou por cima da minha perna e escapuliu. Chocada! Meu pintinho voava! Seu primeiro vôo. Viiva Ícaro! Mas na verdade, Alah que mandou o ser interagir com o ar! Ao me irritar com a fuga, me virei e persisti em sua prisão braçal. Continuei a busca pelo caminho inverso no corredor, quando entra um carro logo atrás de mim. O carro perdeu o controle ao fazer uma curva ou sei lá o que, que esse motorista ensandecido fez. Sei que ultrapassou o muro do meu lar e quase entra na casa. Pior! Quase me pega. Graças a ave desbotada, ele não em atingiu! O herói do dia foi apreciado por toda a família!

Com o tempo, ele foi ficando mais bravo e suas penas estavam bem brancas. Não tinha evoluído tanto no seu tamanho. Mas já estava impossível brincar com ele. Meu amor era o mesmo, mas não rolava interação. Um dia, percebi que teríamos frango no almoço. Desconfiada, comecei a questionar minha família, querendo saber coisas do tipo preço do produto, local de compra, onde estava o plástico do frango que haviam comprado... Tava rolando cotocagem nas respostas. Percebi que o tinham que pensar para responder. Saí ensandecida rumo ao quintal, até minha avó me barrar e vir com o papinho de que o pintinho já era grande e que ele voou por cima do muro em busca de liberdade. Filha de Gepetto! Acho q voar pelo muro foi o que ele tentou antes de ir para o céu dos frangotes!

Atualmente não como frango caipira. Sei que sua carne é mais avermelhada e que pode ser o pinto de alguém. Um pinto salvador que muito fez pela vida de uma criança!

sábado, 3 de janeiro de 2009

Matilde Gentileza


Eu, Damião e Amanda almoçamos em um restaurante no centro da cidade e paramos o veículo em um estacionamento ali perto. Ao tentar sair, nenhum carro nos dava passagem até que uma senhora bondosa nos deu passagem. O Damião ficou feliz e disse que gentileza assim não era fácil de encontrar. Imediatamente, comecei a cantarolar uma vinheta “Matilde Gentilezaaaaa” e segui falando com uma voz suave, como se fosse dona de um programa de rádio. A Amanda pegou o que eu estava tentando fazer e já começou a fazer perguntas para a Matilde Gentileza, como se fosse uma ouvinte em busca de respostas e consolo para sua vida. Damião também entrou na brincadeira e foi ele quem achou a foto da minha nova personagem, baseando no briefing que eu passei. Ela tem uns 56 anos, cabelos grisalhos (não muito), usa terninhos brancos (fazendo a linha Roberto Carlos) e é uma pessoa iluminada. Ela não é uma religiosa, mas tem vários seguidores. Uma espécie de “guru”. Uma sábia mulher! Suas roupas são confeccionadas por Dona Floriana (uma senhora negra, de setenta e tantos anos, cega e que usa lencinhos floridos na cabeça para tampar seus poucos fios brancos. Matilde é assim. Matilde sou eu hahahahahahaha! Desde sua criação, meus amigos e amigos de amigos sempre pedem uma consulta da Matilde. Uma vez, estávamos em uma festa e lá havia um palco tipo teatro. Me colocaram neste palco e pediram pra eu fazer Matilde ao vivo. Já escrevi para nossa revista Caras (criada depois de um Réveillon para brincar com os amigos). Matilde Gentileza também é moderna! O maior meio de atender seus seguidores é via “MSN”. Devido a pedidos constantes para bons momentos engraçados de consultas, tentarei fazer uma coluna dela aqui no blog, se o tempo me ajudar. Para evitar problemas, desboquei a foto dela. Não sei onde o Damião achou esta imagem, só sei que é perfeita com a personagem...

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

PSPS Corporation

1 Ano de PSPS! Somos 4 sócios. Eu, Kelen Paiva, sou uma publicitária que gosta de saber sobre todas as áreas. Me interesso por administração, medicina, arquitetura, psicologia, agronegócios... Qualquer coisa que fomente a economia. Fernanda Sorgi é arquiteta, mora em Brasília e vive "deitando o cabelo" literalmente em seus projetos. Tá super bem no escritório em que trabalha. Ricardo Pinto atualmente é um engenheiro que recebe em dólar. Tá na Goodyear em Ohio e atua em projetos que envolvem plantas. Camila Simão foi a última a entrar na sociedade. É psicóloga e trabalha com projetos para gestão de pessoas. Neste atual, ela está fazendo a linha "Chico Rei", interagindo com minas. Nos unimos pela amizade e por ter esse espírito empreendedor. A saudade é a nossa inimiga e está sempre presente em nossas vidas. Mas de boa. Alah nos deu msn e telefone! Exalamos dentes quando dá certo de todos se encontrarem. Nossas reuniões corporativas são mais elaboradas e felizes. Ontem teve uma para planejamento estratégico em 2009. Ficamos até as 2 da manhã "caminhando" e discutindo sobre as variáveis do projeto ano novo. Sócios, que venham muitas e muitas reuniões corporativas pela frente! Amo-tes!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

A Origem do Xapéu


Não escrevi errado. É Xapéu com "X" mesmo, pois trata-se de um nome próprio. E também por ele ter perdido a senha do hotmail e trocar o "CH".
Por quê o Luiz Fernando é conhecido como Xapéu?! O início foi o trote da Administração. Colocaram eu e o Luiz frente a frente (Vou escrevendo e me lembrando de músicas... Está é do Mato Grosso & Matias hahahahaha). Eu quis beijar sua orelha vermelha e ele meu nariz azul. Nasceu uma união eterna a partir daí. Começou a me chamar de "Xapéu", pois ele conhecia uma "Kelinha" que era dona de uma fábrica de Chapéu. Aceitei o apelido. Ele vinha de Tupaciguara no ônibus dos estudantes e chegava mais cedo na faculdade. Eu me adiantava para encontrá-lo. Ao chegar na sala de aula, eu sempre perguntava pelo Luiz Fernando. Não sabiam me responder... Mas se eu perguntasse se o "cara que me chama de Chapéu" havia chegado, aí sim, obtinha resposta. _Sim, ele disse que estaria no barzinho da esquina te aguardando, informava algum colega. Essa pergunta diária, determinou o apelido para ele também. Agora somos Xapéus!
Quando encontro os amigos de Tupaciguara, sou "A Xapéu", mas no caso dele o apelido pegou bem mais forte. É conhecido por todos desta forma.
Ao meu amigo, irmão siamês, colega de "faculdades", companheiro de baladas e camarada de gostos semelhantes, desejo muitos prótons! Sinto muita saudade de você e seu lugar no meu engradado é amplo com vista para a aorta! Amo-te!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Origem do Pé Peludo



Tudo começou quando eu interagia com uma pessoa semeante e rebarbativa. Constantemente, essa criatura do pântano instaurava o pânico entre as pessoas. Por conhecer a história do Pã, eu comecei a imaginá-la com os pés peludos. Ficou assim. Quando uma pessoa é má (sem compromisso), muito chata e gera o pânico entre as pessoas, eu as nomeio de "Pé Peludo".
Ao divulgar esse termo, uma amiga (a Gato Ming - Regiane), soltou o "Coração Peludo". Adaptei o Coração peludo para os amigos. Aqueles que não estão vivendo um bom dia, mal humorados e que descontam nos mais próximos. Quando alguém abusa, aí rola um "Capiloton" para criar tufos de pelos no coração e poder agir de igual para igual. Não é o indicado, mas funciona. O bom é que adoramos estes termos. Já temos emoticon, músiquinha e não conseguimos mais viver sem isso hahahahahahaha. Abaixo, algumas informações extra:

* Pã = Figura mitológica (metade homem e metade bode). Curtia música e possuia uma flauta. Flauta aliás, que era a mulher de sua vida. Como a guria não queria interagir com o Fauno IBM, ela pediu para algum ser com poderes que alterasse sua forma de mulher. Transformaram ela em um bambu (talvez o mesmo da piada do Silvio Santos) e consequentemente a flauta do fauno. A partir daí, Pã ficava tocando pela floresta afora e aterrorizando seus frequentadores. Daí, surgiu a palavra "pânico". OBS: Eu aprendi essa história quando era criança. Pode ter algum detalhe que eu não lembre. Também não sei a veracidade da mesma, mas acredito estar certa.

* Coração Peludo = Não sei a fonte de minha amiga, mas ao pesquisar, descobri que a escritora de Harry Potter escreveu sobre isso. OS CONTOS DE BEEDLE, O BARDO - “O Coração Peludo do Mago” J.K. Rowling

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Origem do Semear a Discórdia



Antes de cursar publicidade, cursei até o final do 3º ano de administração de empresas. Como não deixaram eu transferir o curso, tive que prestar outro vestibular. Ao passar, eliminei muitas matérias e com isso, eu tinha mais aulas com o pessoal do 2º ano do que com minha própria turma. Para melhorar o caso, eu já conhecia muita gente desse pessoal e entre eles, estava uma grande amiga, a Ismália. Assim, organizamos um churrasco (após o trote na faculdade do qual eu ajudei a dar em minha própria turma). Bebemos ensandecidamente e a festa estava divertidíssima. Lá pelas tantas, Eu, Isma e o Grau, resolvemos sentar no chão, perto da mesa de sinuca e começar a mentir. Qualquer um que passasse pela gente e perguntasse algo, nós gepetávamos! Ex: "_Kelinha, você viu onde o Alex foi?! _Vi sim, ele foi para a cidade logo depois que brigou com o Ewerton (no caso, ele só tinha ido ao banheiro e era mega engraçado visualizar a cara de susto do ser perguntante)". Estávamos dando pála de tanto rir da bobagem... Comentei com a Isma: _É bom mentir, né?! E ela: _É ótimo!!! Vamos continuar... Até que surgiu o comentário de que era muito bom "Semear a Discórdia" e o gesto com a mão que virou símbolo e até emoticon. Nasce um dos termos que mais uso! A festa foi ótima e não apanhamos de ninguém.

* Crédito da foto para Pio.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Origem do Pônei:


Sim, adoro Pôneis! Acho uma ternura este animalzinho! Dizem que é bem dócil, mas os que eu já vi são ranzinzas! Fascinante! Uma vez vi uma criançinha tentando puxar o rabo do Pônei e ele reagiu imediatamente tentando abocanhar o braço do estúpido menino! Não contive a gargalhada. Não por maldade, mas por estar diante da ação perspicaz daquela figura (um mini-cavalo que parece um brinquedinho). Pôneis são assim, ternos e com atitude! Por eu admirá-los e respeitá-los, passei a considerar que meus amigos são pôneis! Virou um apelido, um meio de expressar meu amor! Sou uma criadora de Pôneis!