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terça-feira, 29 de setembro de 2009

Cubo Mágico


Tenho uma amiga que sempre interage com o Cubo Mágico quando o Morpheu dá "aquela" engrupida noturna. O problema é que ela sempre acorda seu marido com a simples semeada de pedir que ele pegue o brinquedo geralmente depositado na lateral de sua cama. Evitando extensão da luz acesa na cara do rapaz (também meu amigo), segue a dica de um site que garante ajudá-lo a finalizar a tarefa complexa de montar o tal brinquedo. Clique aqui! Só espero que a dica não a faça ficar com o notebook ligado durante a madrugada, emitindo sua gélida luz alva na cara de seu esposo. Juuuudiação...

* Tenho um pouuuuuco de preguiça de brinquedinhos assim... Mais fácil eu colocar água para ferver em um bule, descolar todos os adesivos com o vapor emitidos, recolocá-los na ordem que eu quiser e em seguida tomar um delicioso capuccino 3 Corações para aproveitar a água. Portanto, não testei a dica.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Uarizambs é para lá ou para cá?


Encontrei com o Wanderly (amigo antigo) em um evento neste final de semana e nos lembramos de algumas peraltagens que realizávamos com freqüência. Ele tinha uma Chevy Vermelha e sempre passeávamos por Uberlândia em busca de aventura e atos teatrais (aliás, representávamos bem).

Jogávamos os corpos na beirada da pista do aeroporto para interagir com os aviões, passávamos embaixo de bicas d’água com amigos na carroceria para semear a discórdia, abordávamos cidadãos na rua com temas diversos...

Em particular, eu gostava de duas peraltagens. Uma era parar na rua e pedir a seguinte informação: _Por favor, Uarizambs é pra lá ou pra cá?! Acreditem as pessoas sempre respondiam a informação, mesmo não tendo entendido o que perguntei. Comecei a achar interessante isso. Passou a ser um tipo de pesquisa própria. Percebi que pessoas mais simples eram mais solícitas e se sentiam muito bem ajudando o próximo, mesmo que fosse uma “pseuda” ajuda.

A segunda brincadeira que eu adorava era passar em frente ao ponto de ônibus lotado e gritar algum nome enrolado. Sempre tinha alguém que olhava para os lados confirmando se alguém não abanou a mão e então nos cumprimentava com um vasto aceno... Aliás, ainda uso esta técnica de falar algo enrolado finalizando com um som de “O” ou “A” quando não me lembro do nome de algum fornecedor da agência. Funciona! Alah!

O Wanderly, aliás, se casou com a Virgínia (uma amiga que se formou comigo e que fazia a melhor imitação da nossa professora de português). Já possuem filhotes. Um dia, almoçando no Casarão (restaurante aqui de Udi que fica em uma praça), vi um pai brincando com um carrinho de controle remoto enquanto as crianças corriam desgovernadamente pela praça com a possibilidade de cada um entrar em um carro qualquer e sumirem sem compromisso. Que pai mais ensandecido, julguei... E só então tive a certeza que só poderia ser meu amigo. E era!
OBS: O veículo da foto é só para referência. Este está muito acabadinho. Judiação!

domingo, 7 de junho de 2009

O Fabuloso Gerador de Lero Lero


Fantástico! É o gerador de Lero Lero. Se você precisa escrever algum texto e "encher linguiça" para que ele pareça ter alguma consistência, basta entrar no site e informar o número de frases que deseja para engrupir seu leitor. Clique aqui.

Percebemos, cada vez mais, que o comprometimento entre as equipes estimula a padronização das novas proposições. No entanto, não podemos esquecer que o desafiador cenário globalizado prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes da gestão inovadora da qual fazemos parte. Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se a mobilidade dos capitais internacionais causa impacto indireto na reavaliação de todos os recursos funcionais envolvidos. Caros amigos, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos cumpre um papel essencial na formulação dos níveis de motivação departamental. O incentivo ao avanço tecnológico, assim como a contínua expansão de nossa atividade apresenta tendências no sentido de aprovar a manutenção dos relacionamentos verticais entre as hierarquias. Não obstante, a expansão dos mercados mundiais talvez venha a ressaltar a relatividade do investimento em reciclagem técnica. Assim mesmo, a competitividade nas transações comerciais representa uma abertura para a melhoria dos paradigmas corporativos. Ainda assim, existem dúvidas a respeito de como o acompanhamento das preferências de consumo não pode mais se dissociar dos métodos utilizados na avaliação de resultados.

*Dica do meu amigo Bin.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Olhar Inibidor

O ser humano desde pequeno é curioso e tem o hábito de olhar e analisar as pessoas a sua volta. Normal. Eu mesmo, quando estou sozinha na fila do banco ou na sala de espera do médico, acabo olhando para alguém e viajo imaginando o que a pessoa faz da vida, o que ela escuta de música, como ela age no trabalho, o que ela vai fazer depois que sair dali... E lógico, não fico encarando nem nada. É algo espontâneo e rápido, uma olhadela somente, até porque, quando percebo que estou viajando ali, sei que é hora de voltar para o mundo real. Sei também que muita gente me olha sem compromisso e talvez também imaginem como é minha vida. Tranquilo.

O que me irrita são pessoas sem noção. Aquelas que começam a te olhar e analisar sem receio algum. Mas uma análise peluda, no sentido de ver o que você está usando, reparar seu rosto, seu cabelo. Algo inibidor, constrangedor e anormal. Depois de algumas experiências desagradáveis, resolvi deixar de ser “cotó” e agir.

Comecei a testar minha técnica em crianças sem educação. Aquelas que te atropelam na fila do supermercado para dar algum tipo de escândalo ao encontrar a mãe que está na sua frente e que não faz nada para evitar aquilo. Primeiro olho por cima da criança e já emendo na mãe até chegar aos seus olhos. Ela fica sem graça e chama a atenção da criaturinha rebarbativa que ao reagir, percebe que estou ali olhando fixamente e sem me mover. A criança fica com vergonha se esconde atrás da matriz. Cool! O olhar inibidor teve êxito neste caso! Próximo passo, seres encarantes!

A primeira criatura que me lançou olhares peludos, o devolvi na hora. Encarei, olhando bem no cerne de seus olhos evitando até de piscar. A pessoa parou por algum tempo e assim que tentou ficar me olhando novamente, levou outra encarada firme de mim. E funcionou! Esse tipo de gente é covarde. Não consegue olhar direto nos seus olhos. Fracos!

E assim transformei uma situação embaraçosa em um algo divertido. A penúltima vez que aconteceu algo do tipo, tive que me controlar para não rir na cara da mulher. Ela ficou perdida, não sabia para onde olhar e acabou boa parte do tempo olhando para o chão. Se eu percebesse suas pálpebras se movendo para o alto, lançava meu olhar fixo nela novamente e a mantinha interagindo com os próprios pés. HAHAHAHAHA O controle é ótimo!

A última vez que enfrentei esta situação foi no salão de beleza. Estava fazendo a unha quando chegou uma adolescente que se sentou ao meu lado. Essa guria me olhava sem parar e não tinha como eu agir porque a moça do salão estava conversando comigo. Na primeira oportunidade, virei o rosto de uma vez rumo à menina e a encarei. E ela me desafiou! Ficou me olhando também. Depois de alguns instantes ela parou de me olhar. Esse duelo durou dois pés e uma mão esquerda até que a moça do salão percebeu meu desconforto e irritação e interferiu, me contando que a jovenzinha tinha problemas mentais. Tudo bem. Ainda assim, pelo costume, continuei tentando inibi-la até me acostumar com seu problema.

Bom, assim como a técnica do SIM ou Não, deixo a dica da técnica de “Olhar Inibidor”. Espero que seja útil.