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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O Estilista de Um Estilo Só




Quem trouxe toda sua exuberância para o Oi Fashion Rocks foi o estilista Smurf Vaidoso, conhecido como "O Estilista de Um Estilo Só".

Na passarela seu estilo singular ornou com o som irreverente da banda Josie And The Pussy Cats que arrancou aplausos acima de 4 minutos e 12 segundos da platéia.


Smurf Vaidoso - Vaidoso Collection


Smurf Vaidoso Strunf nasceu na Aldeia dos Smurfs ao norte da Bélgica em 1958.
Com muita destreza, Vaidoso desenhava roupas a adornos nas paredes das casas de cogumelos de sua aldeia, chamando a atenção de todos pela sua competência. Em 1960 Papai Smurf envia Vaidoso para a Milan Fashion Campus, onde ele desabrocha seu talento. Foi contratado como diretor criativo da Givenchy após 5 anos fora de casa.
Passou pela Calvin-Klein e Chanel. No inicio da década de 70, Smurf Vaidoso cria sua linha única - Vaidoso Collection. Foi o "Boom" entre os astros de desenhos animados.
Com seu estilo próprio, ele contratou modelos vitalícios para seus ensaios e desfiles.


O conceito sigular de sua criação é: "Um único modelo de roupa para cada pessoa. Acredito que cada indivíduo é individual, tem suas características únicas assim como suas impressões digitais. Minha coleção é assim. Única. Cada pessoa que opta por uma peça minha, escolhe uma marca registrada para sua personalidade."

Josie And The Pussy Cats

Ganhadora do Grammy Americano de melhor álbum de música animada em 1969, 1971, 1973 e 1974.
Josie and the Pussy Cats é uma banda muito admirada pela classe dos desenhos animados. Passaram pelo Brasil várias vezes nos anos 80 e sempre aclamada pelo público jovem. São 237 álbuns gravados até hoje, sendo 134 deles premiados mundialmente.

Uma curiosidade: Seu produtor, Fred Segundo é irmão gêmeo de um dos modelos vitalícios da marca (Fred Primeiro).

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Vivendo A Vida - Dos Outros Personagens


Continuando o assunto Novela, minha intenção era não assistir a nova novela "Viver a Vida" de Manuel Carlos. Já que as novas temporadas das variadas séries dos canais fechados estão a caminho, pensei ter preenchido os pseudos vazios de minhas noites semanais. Ledo engano!

Semanas atrás, eu recebi um sinal. Uma mensagem que acredito ter sido enviada pelo próprio Maneco:

Em uma noite quente em Uberlândia, após um divertido (turbulento) dia de trabalho na agência, resolvi comprar guloseimas para assistir um bom filme (na verdade era Sex And The City) na TV.
Empurrando meu carrinho pelo Extra supermercado (ao som da Rádio Extra que tocava Bossa Nova), eu me encontro casualmente (e foi ao acaso mesmo) com um colega de profissão (amigo) Damião.
Cumprimentamo-nos amavelmente, exalamos muito dentes e recebi a sugestão de um ótimo presunto Parma (pizza pronta) que ele havia comprado no dia anterior que combinaria bastante com o vinho (refrigerante) que estava no meu carrinho.

*Adoro quando encontro alguém e representamos uma cena improvisada sem combinar!

Como eu poderia engrupir a novela?!
Ainda assim, me pareceu pouco atraente... Não fiz questão de assistir o primeiro capítulo. Já no segundo, peguei pela metade e me prendeu ao ponto de assistir hoje novamente.

Posso estar enganada, mas no capítulo de hoje pude perceber tantas semelhanças com figuras presentes no meu cotidiano:

1) Sandra ( Aparecida Petrowky) - Apanha do namorado ensandecido que possui. Pelo visto, vai voltar para os braços do pulha em breve. Possui um corte super moderno também. Seria nossa versão brasileira da Rhianna?

2) Ellen (Daniele Suzuki) - Seria nossa representante oriental no nosso próprio núcleo Grey's Anatomy? Uma Cristina Yang (Sandra Oh) mais gata, gostosa e simpática (por ser brasileira) e que trabalha com lindos médicos residentes (semelhante à série) enquanto informa os telespectadores sobre medicina?

3) Renata (Barbara Paz) - Ouvi comentários de que ela seria a reencarnação da minha adorada Heleninha Roitman. Também existe quem aposte que é a Santana melhorada. Minha opinião é de que ela é a Amy Winehouse Carioca! Ela é artista, usa um penteado semelhante ao da cantora... Arrisco o palpite que ela virá a fazer certo sucesso e que neste ponto da trama seguirá os passos da Amy, onde a equipe de maquiagem da Globo deverá dar um "trato negativo" na moça para encarnar a má fase.

Bom, vamos ver o que acontece enquanto vivemos nossas vidas.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Entendendo o Hino do Uberlândia Esporte Clube


Bom, hino de time de futebol é assim...
Os torcedores saem pelos estádios afora saltitantes e cantarolantes, nem sequer param para analisar a profundidade da letra.

Bom, se eles não sabem o que cantam pra mim PLIM!

O que importa é que depois que eu entendi o real sentido do hino do time da minha cidade, aprendi a cantá-lo corretamente e o faço com alegria!
Aliás, apliquei todos do departamento de Mídia/Orçamento aqui da R&B e agora, todos cantam felizes! É ótimo "pra dar uma quebrada" naqueles dias rebarbativos. Também implantei o antiquado "jogral", onde cada coleguinha canta uma frase da música. Fica super bacããããna e passa "vibe" mimeógrafo.

Ah, e eu tenho um carinho tão grande por este hino que já fiz uma apresentação solo na minha mesa depois de sofrer os efeitos do gás hélio. Se alguém tivesse filmado eu até colocaria aqui... Mas... Alah que não deu tempo de ninguém registrar!!! HAHAHAHA

Segue o Hino do Uberlândia Esporte Clube: Em negrito, a letra e na frente a interpretação.

"Para a glória, com os louros da vitória, (Glória é uma moça a procura de marido. E para ela, dona Vitória oferece seus filhos que são louros.)
Uberlândia! Uberlândia! Uberlândia! (São 3 filhos, todos de Uberlândia!)
O Periquito, o mais querido e forte! (A moça pode escolher! Um de seus filhos, o que tiver o "periquito" mais querido, forte e elogiado pelas mulheres da cidade.)
Furacão, Uberlândia Esporte! (bis)
(É um furacão, bom reprodutor que produzirá novos uberlandenses e que encara o sexo como esporte, portanto, a Glória fará uma boa escolha.)


Como ontem, a luta é a mesma agora, (Glória afirma que é uma luta esse lance de procurar marido! Sua mãe já lhe dizia.)
Pendão Alvi-Verde desfraldado! (Uma vez ela experimentou um rapaz que tinha um "periquito" branco e meio solto, mole).
Com mais ardor, mais vitórias, (Com mais energia se consegue satisfazer uma mulher - e no caso ela faz um trocadilho com a futura sogra dona Vitória, que aparentemente fez um bom casamento que lhe gerou bons filhos).
Honrando as glórias do passado. (bis) (Espero que um de seus filhos se espelhe no pai que teve.) (Pausa para comer um Bis)


Nossa torcida é vibrante: (Dona Vitória continua na negociação, afirmando que sua família faz muito gosto por esta união.)
A velha guarda e a mocidade... (Tanto os mais velhos quanto os mais novos estão torcendo para que ela faça parte da família. Ela é querida!)
Vê no brasão que é tão amado, (Dona Vitória viu que ela é uma mulher de berço, boazinha e rica.)
O amor, o sangue e o valor da cidade. (O casamento "por interesse" vai proporcionar herdeiros ricos e assim, toda a família da dona Vitória poderá ficar de boa, sugando a "moça de posses", comprando horrores pela cidade e contribuindo para o crescimento do PIB de Uberlândia.


Nossa torcida venera
(Estamos fazendo até simpatias e alguns trabalhos com o Pai Ubaldo, porque queremos muito uma milionária que nos banque.)
Velhas batalhas e seus troféus (Já tivemos outras vítimas, que nos renderam alguns imóveis.)
De companheiros de outrora, (As vítimas dos nossos antepassados,)
Que nos ajudam lá do céu." (Que morreram e nos deixaram seus bens, conquistados através da força de seus "periquitos").

*Este vídeo tosco abaixo fui eu quem fiz, porém, dá para retratar os seres abordados acima.


segunda-feira, 27 de julho de 2009

Será Que Ela Está Viva?

Marly é a mulher que executa serviços eliminadores de organelas sinistras. Também produz líquidos cafeinados e pães crocantes para o nosso consumo no horário comercial aqui da agência.

Os predicados da Marlytas (como eu a chamo) são vastos. Ela dobra a pontinha do papel higiênico igual ao de hotéis, possui uma educação primorosa, conversa com todos mantendo um nível de assuntos que nunca despencam e ingere folhinhas e grelhadinhos quando a equipe almoça fora. Realmente, uma pessoa sofisticada e que agrega.

Por merecimento, ela saiu de férias. Para substituí-la, chegou uma senhora um tanto quanto estranha. Lembra aqueles fantasmas que sempre apareciam nos desenhos do Scooby-Doo?! Então... Com olhares agudos e fixantes, ela nos observa atentamente. Seus ouvidos aparentam captarem decibéis indecifráveis. Medo! Será que ela está viva?! Alguém pode checar por favor??

Recentemente eu a peguei num papo muito lúgubre com a outra senhora que trabalha aqui. Algo sobre não gostarem de homens com cabelos cumpridos. Tramavam cortar os pêlos capilares de alguém enquanto estivesse dormindo.
Achei muito estranho e ao preencher meu squeeze com H2O, saí da cozinha.

Uma brisa de 17°C unida a um balde com água e panos imersos na porta do cômodo, me fez parar bruscamente. Neste instante, olhei para trás e a senhora sinistra me olhava atentamente enquanto esfregava um pano na pia. Imediatamente minha mente se portou como a mente do Salsicha e eu vi em premonição, ela esfregando algum ser já sem vida. Neste instante, eu a enfrentei com minha técnica do Olhar Inibidor. O placar ficou no empate, pois praticamente sincronizadas, ela virou para a direção da outra senhora com quem conversava enquanto eu olhei para frente ao abrirem a porta. E assim, eu escapei.

Agora estou salva na minha sala. Estou calma. Se ela chegar aqui e eu estiver solitária no momento, tenho o msn, twitter e e-mail para pedir socorro...
Então, fica combinado! Se algo alarmante surgir, eu teclo e você me resgata ok?!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Verdades Imaginadas Sobre Personagens de Produtos



Hoje trouxe para a agência um pacote Mini Atacado de bolachas Mabel para o café da manhã.



Sua embalagem traz discretamente a singela imagem de dona Mabelina, que há 55 anos trabalha com afinco na produção destas tradicionais rosquinhas de coco. Ao me deparar com a doçura da feição de dona Mabelina, percebi um olhar lânguido lançado a mim, como um pedido de socorro.

O fato despertou o “Robert Langdon” dentro de mim e comecei imediatamente a decifrar as ranhuras de cada bolacha que eu retirava do pacote.

Era um pedido de socorro! Dona Mabelina relatava ali seus 55 anos de cativeiro na cozinha de sua residência em Araquari - SC.



Seus netos que cresceram se deliciando com os quitutes de dona Mabelina se formaram em administração de empresas e viram ali uma oportunidade de negócio: Transformar a cozinha da avó em uma grande fábrica de bolachas e vender para todo o Brasil. Só que dona Mabelina não se mostrou contente com a idéia, até porque seus netos a prenderam com grilhões ao fogão logo após definirem todo o plano de negócios na mesa do café daquele dia.



Desde então, aquela senhora trabalha arduamente dia e noite, produzindo as tradicionais rosquinhas de coco. Com o dinheiro arrecadado, seus netos construíram fábricas e desenvolveram novos produtos como o conhecido Skiny. De qualquer forma, por serem metódicos e superticiosos, os netos e donos de todo o patrimônio Mabel não a liberaram crendo que o sucesso está na prisão daquela senhora junto com todo o seu conhecimento culinário.



E assim é a verdade imaginada sobre Dona Mabelina. Um dia a senhora será libertada e contribuir para a queda do PIB em Araquari.